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“Para realizar um sonho, transforme-o primeiro em objetivo” | Mapa da Educação Internacional | MAPAei

30 dezembro 2015
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Alguma vez você já se levantou pela manhã se sentindo desmotivado, para baixo, sem vontade de fazer nada? Aí você vai até ao banheiro, toma um banho, coloca um perfuminho, um batom (no caso das mulheres) e tudo parece melhorar? Quem já não arrumou a bagunça das gavetas do armário para conseguir ordenar a bagunça de ideias que estava rolando na gavetas da mente?

Isso nada mais é do que uma estratégia de sobrevivência: mudar o nosso exterior para conseguir mudar o nosso interior.

O mesmo acontece na virada do ano. A gente retoma sonhos esquecidos, planos abandonados, se enche de convicação e tem certeza de que, neste ano, seremos capazes de emagrecer, parar de fumar, malhar, trocar de emprego, engravidar, escrever um livro ou viajar para o exterior.

O problema é que as pessoas não conseguem, sozinhas, manter o mesmo nível de motivação nos 364 dias subsequentes e vão, pouco a pouco, engavetando projetos e alimentando frustrações. Digo “sozinhas”, por que tudo fica mais fácil quando se tem um parceiro que o empurra quando a preguiça bate, quando se tropeça pelo caminho ou quando se deixa de acreditar nos próprios sonhos.

Esse parceiro tem um nome: “Coach”.

Sabem o cocheiro? Aquele que conduz a carroça, levando os passageiros de um ponto A a um ponto B? Pois é daí mesmo que se originou o nome coach que, hoje em dia, ainda é uma profissão muito associada ao esporte, mas que cada vez mais se estende para todas as outras área da vida.

O Coaching não é terapia por que não olha para trás, só para frente. Não é mentorização por que o Coach não precisa saber mais do que o Coachee. Não é autoajuda por que todas as ferramentas que ele usa são cientificamente testadas pelas instituições de Coaching em todo o mundo. O Coaching tem data para começar e acabar: mais ou menos dez sessões de aproximadamente uma hora. O Coaching exige que o Coachee tenha um objetivo mensurável, tipo “estar morando em outro país até meados de junho de 2016” e, a cada sessão, existe um dever de casa através do qual o Coachee fica cada vez mais perto do seu objetivo.

O Coaching também trabalha aquela vozinha interior que nos autossabota através de crenças como “impossível sair do Brasil nesta crise”, “eu não consigo viajar sozinha”, “isso é para quem tem coragem, eu não tenho”. Através de perguntas que o Coach faz ao Coachee, essas crenças vão caindo por terra e o Coachee vai entendendo que tudo é possível!

Assistam ao filme A Travessia (The Walk) sobre a história real do francês que atravessou, andando em cima de um cabo de aço, de um prédio ao outro das Torres Gêmeas em 1974. Uma verdadeira lição de convicção e determinação que comprova um importante conceito do Coach: “Para realizar um sonho, transforme-o primeiro em objetivo”.

Que em 2016, você seja capaz de realizar tudo aquilo que se propôs no último banho de 2015. E se precisar de uma ajudinha, estou à disposição.

**Christiane Dumont trabalhou mais de 25 anos como gerente de pessoas em grandes empresas de comunicação, é formada em Personal&Professional Coach pela Sociedade Brasileira de Coach e é parceira da MAPAei na China, Shenzhen. Contato: christianedumont@hotmail.com

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