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Saiba quais são as 10 cidades do mundo onde trabalhar e viver bem não é pedir muito | Mapa da Educação Internacional | MAPAei

25 fevereiro 2015
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É possível comparar as maiores cidades do mundo em termos de qualidade de vida?

Muitos rankings surgem diariamente e compará-los entre si podem gerar insights interessantes, as vezes até com mais informações do que nas apresentadas.

Pedro Sander – 25 de fevereiro de 2015

Um novo estudo, publicado pela “World Review of Science, Technology and Sustainable Development”, tenta encontrar em quais aspectos sete rankings de qualidade de vida em cidades se sobrepõem e porquê. Entre os sete, aproveita para analisar também seu próprio índice, que está avaliado como o mais equilibrado do grupo, as informações são da Fast CoExist.

De acordo com os autores, os principais índices existentes de qualidade de vida em cidades podem ser divididos em dois grupos.

No primeiro grupo, que os pesquisadores chamaram de “Clube da Influência”, são aqueles que valorizam a importância econômica de uma cidade e seu poder deagenda-setting em assuntos globais e de cultura como as principais medidas. Exemplos de cidades que frequentemente aparecem no topo dessas listas incluem Nova York, Londres, Paris, Hong Kong, Cingapura e Tokyo. São todas cidades boas para se trabalhar e são excelentes lugares para ver e ser visto — apesar de terem um custo de vida alto, serem abarrotadas de gente, muitas vezes desagradáveis e necessitarem de longos tempos de deslocamento no dia-a-dia.

No segundo grupo, estão os rankings que valorizam a vida agradável, como um clima ameno, trânsito descomplicado, meio-ambiente limpo, o qual os pesquisadores chamaram de “Clube do Conforto”. Estes rankings tendem a incluir no top10 cidades que são bem diferentes entre si — como Viena, Melbourne, Genebra e Vancouver. Esses são lugares onde todos nós gostaríamos de viver se nossos empregos, famílias e crianças não estivessem nos mantendo em outro lugar.

O índice criado pelos autores, que eles criativamente chamaram de “Índice Global de Cidades Habitáveis”, tenta oferecer a versão “equilíbrio vida-trabalho” dos rankings, surgindo como que no meio dos outros dois tipos de índices.

“O IGCH equilibra a ênfase do Clube da Influência em prover oportunidades de desenvolvimento econômico com a ênfase do Clube do Conforto em apontar a capacidade de uma cidade de encantar os sentidos estéticos e de oferecer opções de lazer”, diz o jornal. Para fazer isso, usa dúzias de dados em cinco categorias: competitividade e movimentação econômica, segurança doméstica e estabilidade, governança pública, condições sócio-culturais e sustentabilidade ambiental.

Até agora, os autores encontraram dados para avaliar 64 cidades. Em seus rankings, Genebra aparece em primeiro lugar, e Nova York cai para a 17˚ posição, apesar de ser listada como a #1 por todos os 3 índices do Clube da Influência. Tokyo aparece em 18˚ e Londres em 22˚. Ao final da lista (de apenas 64 cidades, é bom lembrar) aparecem cidades como Karachi, Moscou, Manila, Buenos Aires e Jakarta. Confira a lista das cidades que ficaram nas primeiras dez posições:

10. Auckland, Nova Zelândia

9. Hong Kong, China

8. Berlim, Alemanha

7. Estocolmo, Suécia

6. Luxemburgo, Bélgica

5. Helsinki, Finlândia

4. Copenhagen, Dinamarca

3. Singapura, Sudeste Asiático

2. Zurique, Suíça

1. Genebra, Suíça

Até 2050, estima-se que 3/4 da população mundial estará vivendo em cidades, a grande maioria em metrópoles com mais de 1 milhão de habitantes. É uma grande mudança em relação ao passado. Nos anos 50, apenas 1/3 da população mundial vivia em cidades. Os autores argumentam que melhores índices que permitam comparar as cidades globalmente e encorajar políticas inovadoras em cidades ao redor do mundo se tornarão cada vez mais necessários.

 Fonte: 99jobs

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